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http://hdl.handle.net/10071/17993
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Title: A morfologia espacial dos solares em Portugal
Authors: Guerreiro, M. R.
Guarda, I. V.
Editors: Município Arcos de Valdevez
Keywords: Configuração
Sintaxe espacial
Solares portugueses
Issue Date: 2017
Publisher: Município Arcos de Valdevez
Abstract: As diversas leituras da arquitectura Portuguesa tem tido uma abordagem predominantemente formal, estética e material. O caso dos Solares em Portugal não é excepção. Mais interessados na abordagem ao objecto de arquitectura, os estudiosos têm-se colocado à margem duma abordagem configuracional e topológica tal como é defendido pela teoria e método da sintaxe espacial. O Solar faz parte de uma cultura espacial particular dentro do panorama da arquitectura portuguesa. Trata-se duma arquitectura rural, fundamentalmente utilitária e local, mas também de significado social e cultural da família que o habita. Tratando-se dum espaço claramente functional e significante importa perceber em primeiro lugar a estrutura desse espaço (configuração) e o modo como ela influencia a sua habitabilidade. Por abordagem configuracional entende-se uma análise essencialmente topológica, de interdependência entre as partes. Começa com uma certa forma de descrever arquitectura espacial dos edifícios tomando como base os espaços vazios. Esses vazios são definidos por barreiras que restringem o acesso e/ou a visibilidade (tais como paredes, sebes, mobiliário, etc.). Cada espaço vazio tem pelo menos uma ligação com os outros espaços. As propriedades estruturais que compreendem estes espaços e ligações podem então ter implicações para o seu funcionamento. O objetivo da sintaxe espacial, é pois, reconhecer e medir, os padrões de relações que esses espaços interligados formam entre si e perceber qual o seu impacto no comportamento humano e consequentemente na usabilidade e na funcionalidade desses espaços. É portanto um conjunto de técnicas para analisar a configuração espacial e é também um conjunto de teorias que relacionam o espaço e a sociedade. O seu maior desafio é descrever fenómenos espaciais complexos que são em si mesmo não-representáveis, mas que, através duma linguagem e métodos próprios e com o auxílio de ferramentas digitais desenvolvidas se podem tornar visíveis. Os Solares não são apenas o somatório de um conjunto geométrico de salas individuais mas sim e principalmente, um padrão de espaços organizados segundo um conjunto de regras e convenções sobre o modo como essas divisões estão ligadas como resposta à funcionalidade do espaço e às caracterísiticas sociais das familias que os habitam. Será que para além das reconhecidas características geométricas que caracterizam os solares em Portugal existe também um padrão configuracional e uma morfologia espacial implicita que é independente dos seus elementos arquitectónicos constituintes? Propomos com esta investigação elaborar uma análise configuracional de um conjunto de solares em Portugal. A leitura diacrónica e sincrónica dos casos de estudos permitir- nos-à identificar não só o padrão da sua morfologia espacial mas também a suas variantes e evolução ao longo do tempo.
Peer reviewed: yes
URI: http://hdl.handle.net/10071/17993
Ciência-IUL: https://ciencia.iscte-iul.pt/id/ci-pub-45708
Appears in Collections:CIES-CRI - Comunicações a conferências internacionais
CRIA-CRI - Comunicações a conferências internacionais

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